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Nossa história

Como é bom recordar! Conheça os detalhes da história de amor mais linda que você respeita.

Quando nos conhecemos, nem imaginávamos que um dia tudo isso acabaria como um final de conto de fadas, com a realização do nosso grande sonho: o casamento! O coração aperta, o dia está chegando, e começa a passar um filme de tudo o que passamos para chegar até aqui. E como é bom relembrar cada pedacinho da nossa história de amor...

 

Nos conhecemos no dia primeiro de janeiro de 2010, na festa que todo ano a Tia Joana e família davam em sua fazenda para os parentes e amigos da região. Eu, Laís, sou prima do Júnior, moro em Brasília desde sempre, mas já tinha alguns anos que sempre passava o final do ano em Monte Alegre junto com minha família. E eu, Eleir, sou primo da Mirnane, que é casada com o Júnior, e, como sou muito próximo deles, fui convidado para festa. 

O Wílliam (primo da Laís), já conhecia o Eleir, pois ele sempre ia passar o final do ano com a Mirnane e o Júnior. Foi então que ele nos apresentou, e, apesar de muita resistência minha, Laís, acabamos ficando naquela noite. Mas para mim nunca passaria daquilo, pois morávamos à 500 km de distância. Nunca daria certo. Mas eu, Eleir, sou um pouco mais sonhador, pegei o MSN (whatsApp da época) da Laís e conversa vai conversa vem, acabei pedindo ela em namoro. Eu, Laís, achei aquilo um absurdo, menino louco, a gente nunca mais ia se ver. Então não rendeu muitos frutos, sempre conversávamos naquele ano, mas era somente isso. 

Até que foi chegando o final do ano denovo, e eu, Eleir, comecei a provocar a Laís dizendo que ela não teria coragem de ficar junto comigo na frente dos parentes dela, pois da última vez ela fugiu de mim por vergonha da família. Acontece que naquele ano eu, Laís, havia feito um proprósito de não ficar com ninguém mais, somente se visse que teria grandes chances de começarmos a namorar, então falei pro Eleir que claro que teria coragem, mas na minha cabeça já sabia, ficar junto com ele era uma coisa, mas não teria beijos, afinal nos víamos só uma vez por ano, impossivel aquilo dar em mais alguma coisa. Foi então que nos encontramos denovo no dia primeiro de janeiro de 2011 e eu, Eleir, fui cheio de espectativas, até ela me falar que não teria os esperados beijos devido ao seu propósito. Após eu, Laís, ter dito isso, achei que ele perderia o interesse e logo logo arrumaria um jeito de me despistar, mas para a minha supresa, ele foi ficando, ficando, fomos conversando a noite toda, nosso papo nunca acabava, tínhamos muito em comum, não vimos a hora passar, e, de verdade, foi a melhor conversa da minha vida. Então, aquele gesto dele mexeu comigo, mas achei que ficaria só nisso denovo.

Eu, Eleir, também fiquei mexido com aquela atitude inesperada e com a nossa conversa, foi então que criei coragem mais uma vez e, pelo MSN, pedi ela em namoro denovo, afinal sabia que se a pedisse em namoro naquele dia da conversa ela ia pensar que era só pra ganhar uns beijinhos. E eu, Laís, mais uma vez achei loucura, mas dessa vez falei pra ele que não dava para dar uma resposta dessas pelo computador, tinha que ser pessoalmente. E mais uma vez ficamos só nisso, apesar de um estar muito envolvido com o outro, não veio outra oportunidade de nos encontrar novamente. Seguimos nossas vidas, eu, Laís, fiquei envolvida com faculdade e eu, Eleir, também, inclusive tive um namoro rápido nesse tempo. E aí, logo depois que terminou o namoro o Eleir veio falar comigo, fiquei morrendo de raiva, falava que não era pneu de step e não dei a menor moral. Mas eu, Eleir, não desisti de reconquistá-la e ela não resistiu aos meus encantos. 

Foi aí que em novembro desse mesmo ano, na festa do Marco Antônio (filho do Júnior e da Mirnane) nos reencontramos, dessa vez acabamos ficando outra vez e passamos a festa inteira juntos. Então combinamos de ir ao cinema no domingo e foi maravilhoso. Trocamos telefones eu, Eleir fui embora, ficamos conversando por mensagem de texto e ligações apartir desse dia, foi numa dessas ligações que eu pedi a Laís em namoro mais uma vez. E mais uma vez eu, Laís, falei que essa resposta só era possível ser dada cara a cara, olho no olho. 

Então, como de costume eu, Laís, e toda a minha família, fomos para Minas novamente, só que dessa vez passamos a virada do ano na casa da Dona Lázara, avó do Eleir, pense na minha vergonha, afinal, para mim ainda não éramos nada.

Foi somente no dia primeiro de janeiro de 2012 que nos encontramos novamente na festa da Tia Joana. E, como sempre eu, Eleir, comecei a passar mal e tive que deitar. Então eu, Laís, fui ficar com ele e cuidar dele (tadinho), e nesse dia, às 17h, foi quando eu disse o SIM. Foi quando estávamos oficialmente namorando. Porém, tive que ir embora no dia seguinte, foi muito triste, pois não fazia ideia de quando nos veríamos novamente. Mas eu, Eleir, tinha uma carta na manga, resolvi fazer uma surpresa, e junto com Toninho (meu primo e irmão da Mirnane) fomos para Brasília. 

Desde então, vivemos essa vida, de Brasília pra Minas e de Minas para Brasília, foram 3 anos assim. Até que quando eu, Eleir, me formei, resolvi me mudar para Brasilia, em Março de 2015, passei por muitas dificuldades e frustações, mas que me serviram de amadurecimento para ser quem sou hoje e ter a certeza do que quero. Foi com essa certeza que no dia 16 de Abril de 2018 eu pedi a Laís em casamento, num domingo de páscoa vivemos uma verdadeira passagem. E eu, Laís, aceitei, claro! Pois tenho a certeza de que Deus e Nossa Senhora tem cuidado de nós todo esse tempo.

Bom, essa foi resumidamente a nossa história, a história de amor mais linda que já vimos. Cheia de lutas e desafios, mas recheada de amor e da Graça de Deus.